terça-feira, 10 de janeiro de 2012

entrega da nossa escola municipal professor Ariosto nunes matis


Prefeito Lula Cabral entrega Escola Ariosto Nunes Martins totalmente reformada





O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, entregou aos alunos do município, nesta sexta-feira (1° de outubro), a Escola Ariosto Nunes Martins totalmente reformada. A solenidade foi prestigiada por autoridades locais, como o vice-prefeito, José Ivaldo Gomes, representantes do Governo e da Câmara de Vereadores, além de pais, alunos e professores, que comemoram as novidades responsáveis pelas mudanças na estrutura e no cotidiano do ambiente escolar.

Dentre as mudanças a escola ganhou jardinagem na área externa, retelhamento e melhorias nos sanitários, além de duas pracinhas na área interna e de uma quadra, para garantir atividades recreativas e a melhor qualidade na prática de educação física dos estudantes, segundo informou a secretária de Educação, Gildineide Fialho. “A reforma faz parte das obras, realizadas na gestão, que dignificam a vida das pessoas. É a realização de um sonho sonhado com o pensamento de várias pessoas, dentre elas, do prefeito”, revelou.

De acordo com Lula Cabral, a reforma da Ariosto Nunes é um dos frutos das parcerias que a prefeitura estabelece com as indústrias que vêm se instalar no Cabo. “Nós estamos sempre buscando parcerias com as empresas para que invistam como uma contrapartida social, um compromisso assumido com o município”, destacou o prefeito. “São melhorias para que os alunos tenham mais vontade de estudar e os professores exerçam ainda melhor a profissão escolhida”, completou.

Expectativas essas já alcançadas ainda durante a reforma, como revelou uma das dirigentes, Rosilda Viegas. “As mudanças refletiram em aspectos tanto de frequência escolar, como de ensino aprendizagem”, salientou. “A escola está mais bonita, atraente, e agora a quadra vai ajudar a quem quer ser atleta”, contou Bruno Bezerra, 13, aluno da 5ª série. A escola atende da pré-escola à 8ª série, além de oferecer o Ensino de Jovens e Adultos (EJA). A reforma teve duração de 45 dias, sem prejuízo nas aulas.


Texto: Aline Vieira Costa – Secom | Cabo de Santo Agostinho
Fotos: João Barbosa


historia do cabo de santo agostinho


 
A história do Cabo de Santo Agostinho se inicia bem antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Assim como boa parte do território brasileiro, o Cabo era povoado por indígenas da etnia caeté.
As primeiras povoações chamadas de Arraial do Cabo surgiram na segunda metade do século XVI. Formado pelas Igrejas Matriz de Sto Antônio, de Sto Amaro, Nossa Senhora do Livramento e antiga Capela do Rosário dos Pretos (hoje Praça Théo Silva), e casario escasso representado por antigos prédios nas ruas da Matriz (Rua Vigário João Batista) e Dr. Antonio de Souza Leão.

As fachadas são protegidas por lei municipal, porém, a maioria encontra-se descaracterizadas.
Em 1560 João Paes Barreto já instituía o Morgado de
Nossa Senhora da Madre de Deus do Cabo de Sto Agostinho, vinculando o Engenho Madre de Deus, depois chamado de Engenho Velho. A escritura foi redigida em 28 de outubro de 1580.
Segundo afirma Sebastião de Vasconcelos Galvão,
autor do Dicionário Iconográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco, o povoamento sede do Município vem de 1618; antes dessa data compunha-se de algumas casas esparsas, distantes uma das outras.
Transcorridos mais de duzentos anos de ter sido a Povoação de Sto Agostinho elevada à predicação de Paróquia é que foi criada a Vila do Cabo de Sto Agostinho, por força do alvará de 27 de julho de 1811 e Provisão Régia de 15 de fevereiro de 1812, enviada ao então governador da Província, o General Caetano Pinto de Miranda Montenegro.
Sua instalação, no entanto, ocorreu em 18 de fevereiro de 1812, pelo ouvidor e corregedor-geral da Comarca de Recife, o Doutor Clemente Ferreira de França. Foi elevada a categoria de cidade a então Vila do Cabo de Sto Agostinho em 09 de julho de 1877, pela lei provincial nº. 1.269, para a denominação de Cidade de Santo Agostinho do Cabo.
O Cabo teve sua economia centrada no desenvolvimento da monocultura da cana-de-açúcar, a partir de 1570, com a doação de sesmarias ao longo do Rio Pirapama. Tendo João Paes ocupado as terras a ele concedida em 1571, ao sul do Rio Araçuagipe (Pirapama), funda o primeiro engenho bangüê que denominou Madre de Deus (hoje, Engenho Velho), o mais antigo centro açucareiro da Região. Mais tarde, com a criação de novos engenhos, o Cabo passa a representar o poderio econômico de Província de Pernambuco, época em que a cana-de-açúcar representava a força de crescimento do país.



Antigo Farol de Nazaré


Desmontagem em 1937

Propostas de atuação para o Grêmio


Cultura
• Montagens de peças de teatro
• Dança
• Exposições de desenhos, pintura e escultura
• Festas
• Shows
• Festivais de bandas
• Saraus
• Passeios a museus
• Mostras de cinema e teatro
• Oficinas culturais e de artesanato
• Semana Cultural
• Concursos literários (poesia, contos, crônicas)
Esportes
• Campeonatos de futebol, vôlei, basquete, handebol etc.
• Participação em campeonatos interescolares
• Mini-olimpíadas (corridas, saltos, basquete etc.)
• Gincanas
Política
• Palestras, debates, manifestações
• Avaliação dos diretores, professores e alunos no processo de aprendizagem
• Garantir o voto dos estudantes no Conselho Escolar
• Campanhas a favor da Cultura de Paz
• Parcerias com Grêmios de outras escolas
Social
• Campanha do agasalho, alimento etc.
• Reciclagem de lixo
• Campanhas de prevenção (gravidez precoce, drogas etc.)
• Embelezamento da escola (murais, painéis, grafites)
• Grupos de discussão (preconceito, inclusão social)
Comunicação
• Rádio escolar
• Jornal dos alunos
• Participação na reunião de representantes de classe
• Participação no Conselho Escolar


Grêmio Estudantil Joaquim nabuco 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

GRÊMIO ESTUDANTIL FALA SÉRIO (JOVENS DE ATITUDE)

UM POUCO DA HISTÓRIA DO GRÊMIO ESCOLAR Ariosto nunes 
matis

                        Na primeira metade do século XX, chega a Itabaianinha um jovem casal vindo da fazenda Cedro, da cidade de Estância. Ele, Antônio Ayres e ela, Alzira Ariquitiba Lobão Ayres. Junto com eles, três de seus filhos que já eram nascidos: Antires, Maria e Luiz e, em suas malas, muita esperança de transformação e idéias brilhantes. O “Seu Toinho”, como era carinhosamente conhecido, sabia muito da medicina de manipulação e ajudava a quem precisava de seus préstimos, e “Dona Zizi”, sua esposa, tão bondosa e tão meiga, amava a música e tocava piano divinamente. Na época, Itabaianinha ainda repousava ao pé de um tamarindeiro, era carente de educação e, dispunha apenas de duas bondosas professoras, “Dona Santa” e “Dona Josefina Limeira”, que ensinavam as primeiras letras através do antigo ABC.
Em 1930, tiveram então a idéia de transformar a nossa sociedade e fundaram o nosso querido Grêmio Escolar Serrano, e segundo José Carlos Oliveira e Gilmário Macêdo Oliveira, eles formavam o casal de mestres que revolucionou o ensino que se praticava naquele tempo, em todos os seus aspectos. Além das primeiras letras, o SERRANO oferecia cursos básicos de francês, manipulação farmacêutica, economia doméstica e até aulas práticas de telegrafia, dentro da grade curricular formal e recebia alunos de vários municípios vizinhos e até da cidade de Esplanada - Bahia. Em 1963, assume a direção a profª Rivanda Alves de Oliveira, que vem dando continuidade e esta instituição de Ensino que foi reconhecida de utilidade pública pelo Decreto-Lei Estadual nº 972, de 19/01/46, e registrado no Departamento de Educação, sob o nº 112, às fls. 15 do livro nº 01, funcionando da 1ª à 4ª séries do Ensino Fundamental Comum, na exata terminologia da época, tendo sido autorizado pelas Resoluções nº 169/80 e 036/84, do Conselho Estadual de Educação a oferecer os cursos de 5ª à 8ª séries e 2º Grau sem Habilitação Específica e a habilitação Magistério para o Ensino de 1º Grau da 1ª à 4ª séries. Através da Resolução nº 167/90, consegue a autorização de funcionamento dos cursos Assistente de administração e Técnico em Contabilidade.
                        Hoje, o SERRANO, RECONHECIDO PELA RESOLUÇÃO Nº 042/88, do CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO, continua oferecendo e administrando uma educação de qualidade, acompanhando as modernidades da nossa sociedade, tendo um espaço físico adequado à sua clientela e com responsabilidade e competência, oferecendo os cursos de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
                         Assim, o SERRANO já possui uma tradição na arte de instruir e educar, ministrando um ensino modelar no interland sergipano, traçando uma brilhante trajetória na área educacional do nosso Estado.
                        As festividades realizadas pelo GES, são em grande estilo e conta sempre com a participação e apoio, direta e indiretamente, da nossa comunidade.
                        Os tradicionais festejos juninos, as missas em homenagem aos pais e mães e sempre com a participação da maioria dos nossos alunos e familiares, as conclusões de cursos, os desfiles cívicos e não podendo esquecer as belíssimas gincanas que conseguem mobilizar um grande público, envolvendo a comunidade que sempre contribui para a realização dos mesmos.
                        O GES é considerado monumento cultural do nosso município e sempre estará de portas abertas esperando a sua